Satisfação é parte do trabalho da telefonista

13/07/2015 17:21

Veterana mostra o que mudou e o que se manteve na função nos últimos anos.


por Guss de Lucca

Em meio a um mercado dominado por call centers ou por atendimentos online, ainda é possível encontrar locais onde o trabalho da telefonista é essencial. Nelci Klein, 58, trabalha desde 1974 no Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo (RS), onde é chefe das telefonistas. Começou na copa e depois passou para a recepção. Foi quando o hospital  adquiriu a primeira central telefônica da região e ela virou telefonista.

A veterana se lembra de diversas peculiaridades do trabalho naquela época, como a necessidade de entrar em contato com outra telefonista para completar uma ligação. “A gente pedia auxílio à outra telefonista quando precisava ligar para Porto Alegre, por exemplo, para fazer compras de material.”

Nelci Klein chefe das telefonistas do Hospital São Vicente de Paulo

Entre as muitas mudanças que pelas quais o mercado passou Nelci celebra os computadores e os fones de ouvido, que permitem a ela e suas funcionárias teclarem ao falar com os clientes. “Antes a gente tinha que segurar o telefone, era mais complicado. A modernidade veio mesmo pra fazer a diferença”, elogia.

Apesar dos avanços, o cotidiano no atendimento do hospital não mudou muito nos últimos anos. Lá, ela e uma equipe de mais seis telefonistas, muitas há tanto tempo quanto a própria Nelci, recebem ligações de toda a região pedindo o telefone de médicos.

Contato entre pacientes e médicos
“Fazemos esse contato entre pacientes e médicos. mas aqui ligam pra saber o telefone de tudo: da rodoviária, da prefeitura e até de motel”, revela rindo a chefe do setor.

Para Nelci, a simpatia é a principal qualidade de uma boa telefonista. “Ela precisa ter facilidade de comunicação, gostar de conversar com as pessoas, passar segurança e ter certeza de que vai ser prestativa”, explica ela, que vê na satisfação de um bom atendimento a maior recompensa do trabalho.

“Fico contente em poder ajudas pessoas que estão em dificuldade. Elas sentem-se seguras por saberem que vamos informar o que temos de melhor. Todo dia é uma alegria. Venho trabalhar com prazer, com amor. Não saí ainda porque o que prevalece é a satisfação de me sentir atuante”, afirma.

FONTE E CRÉDITOS > VAGAS.COM em www.vagas.com.br/profissoes/carreiras/recepcionista/satisfacao-e-parte-do-trabalho-da-telefonista/?utm_source=Exacttarget&utm_medium=Email&utm_campaign=newsletter2015

Veterana mostra o que mudou e o que se manteve na função nos últimos anos

por Guss de Lucca

Em meio a um mercado dominado por call centers ou por atendimentos online, ainda é possível encontrar locais onde o trabalho da telefonista é essencial. Nelci Klein, 58, trabalha desde 1974 no Hospital São Vicente de Paulo, em Passo Fundo (RS), onde é chefe das telefonistas. Começou na copa e depois passou para a recepção. Foi quando o hospital  adquiriu a primeira central telefônica da região e ela virou telefonista.

A veterana se lembra de diversas peculiaridades do trabalho naquela época, como a necessidade de entrar em contato com outra telefonista para completar uma ligação. “A gente pedia auxílio à outra telefonista quando precisava ligar para Porto Alegre, por exemplo, para fazer compras de material.”

Nelci Klein chefe das telefonistas do Hospital São Vicente de Paulo

Entre as muitas mudanças que pelas quais o mercado passou Nelci celebra os computadores e os fones de ouvido, que permitem a ela e suas funcionárias teclarem ao falar com os clientes. “Antes a gente tinha que segurar o telefone, era mais complicado. A modernidade veio mesmo pra fazer a diferença”, elogia.

Apesar dos avanços, o cotidiano no atendimento do hospital não mudou muito nos últimos anos. Lá, ela e uma equipe de mais seis telefonistas, muitas há tanto tempo quanto a própria Nelci, recebem ligações de toda a região pedindo o telefone de médicos.

Contato entre pacientes e médicos
“Fazemos esse contato entre pacientes e médicos. mas aqui ligam pra saber o telefone de tudo: da rodoviária, da prefeitura e até de motel”, revela rindo a chefe do setor.

Para Nelci, a simpatia é a principal qualidade de uma boa telefonista. “Ela precisa ter facilidade de comunicação, gostar de conversar com as pessoas, passar segurança e ter certeza de que vai ser prestativa”, explica ela, que vê na satisfação de um bom atendimento a maior recompensa do trabalho.

“Fico contente em poder ajudas pessoas que estão em dificuldade. Elas sentem-se seguras por saberem que vamos informar o que temos de melhor. Todo dia é uma alegria. Venho trabalhar com prazer, com amor. Não saí ainda porque o que prevalece é a satisfação de me sentir atuante”, afirma.

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