Televendas: qual é o limite?
Até onde um operador pode ir na hora de ofertar um produto ao clientes? Vale se utilizar de qualquer estratégia no televendas? Na prática, sabemos que não. E é exatamente por algumas empresas passarem desse ponto que a atividade acabou ganhando má fama.
Porém, como estabelecer esse limite para a abordagem? Especialistas do mercado revelam que a base deve ser a ética e as regras do mercado. Seguindo esses dois fatores, tudo é permitido ale utiliar-se de qualquer estratégia para conquistar o cliente, desde que a estratégia respeite alguns indicadores, como os valores éticos e corporativos da empresa, vender apenas o que pode ser entregue e oferecer produtos e serviços de qualidade que atendam aos anseios e deseos dos consumidores”, esclarece ulio avier, diretor eecutivo do Instituto Habilitare e coordenador de MBA no Insper.
Ele explica que a tica negocial deve estar aderente a tica do cliente ão possvel ainda em pleno ano de 2013 existirem empresas que queiram vender a qualquer custo. As empresas sérias precisam entender definitivamente que o processo de vendas é apenas o início de um relacionamento que gerará ganhos ao longo da vida deste cliente com aquela empresa. ortanto não podemos uerer ganar tudo de uma s ve”, defende Da mesma opinião, o consultor e proprietário da Contato Efetivo, Walter Coelho, defende que basta praticar a frase não faça aos outros o ue não uer pra si mesmo” eligião parte, essa frase dita por esus risto deve estaelecer a relação de consumo simples assim”, acrescenta. Por isso, ele comenta que, na prática, as empresas têm apenas que respeitar as leis de consumo estabelecidas no mercado, como o código de defesa do consumidor ou a Lei não erture pessoas ue possuem uma escala de valores astante flevel e ue não se incomodam se o teleoperador est persistindo” ou insistindo” na venda, oferecendo” ou convencendo” o consumidor a aduirir o produto”, justifica.
O que não pode, segundo Walter Coelho, é desrespeitar o consumidor das mais variadas formas de persuasão, abordagem e promessas indevidas. Na visão de Roberto Ribeiro, diretor geral da área comercial da Almaviva, esse tipo de ação tem duração curta e é prejudicial a todos os envolvidos istem diversas formas de se oferecer um produto ao telefone de forma original e criativa, mas que não transforme esta venda em fraude ou com informações duvidosas”, pontua o eecutivo ieiro finalia acrescentando ue sempre eistirão empresas sem escrúpulos nas negociações com os clientes, mas a conscientização do cliente final sobre seus direitos forçou o mercado a um amadurecimento.
Fonte: Entrevista dada por Walter Coelho para o portal www.callcenter.inf.br em 09/02/2013.
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